About Bruno Guerreiro

Professional photographer based on São Paulo, Brazil.

Sexy car wash com Camila Vernaglia

Camila Vernaglia

Como sempre procuro fazer aqui no blog, vou tentar contar um pouco mais de como foi a realização do ensaio com a Camila Vernaglia, 3ª colocada no Miss Bumbum 2012, lavando o 350Z da Drift Hobby e com make realizado pelo David Godoy.

Depois de uma rápida troca de e-mails apenas 1 semana antes do ensaio, Camila Vernaglia e eu fechamos que iriamos fazer um ensaio com ela lavando um carro.

Com o conceito fechado, comecei a parte de produção.

Umas das coisas que eu queria para o ensaio, e que era um grande complicador, era utilizar uma locação ao “ar livre”, e em um ensaio sensual isso limita bastante as possíbilidades. Fazendo eu até pensar de deixar de utilizar um carro e utilizar uma moto do interior de São Paulo para viabilizar a produção.

Mas não descartei a chance de usar um carro, pois era a primeira opção, e em paralelo à busca pela locação, procurava os carros que poderiam participar do ensaio.

Até que lembrei do 350Z da Drift Hobby, que logo de cara se mostrou a opção perfeita. Além de ser um carro que por si só já agregaria bastante ao ensaio, já tinha o plus de estar na sede da DH, que seria uma ótima locação.

Então entrei em contato com a equipe da DH, que foi bastante solicita e rapidamente topou participar do ensaio.

Com todos os detalhes e equipe fechados, marcamos o ensaio para 7h, para aproveitar um horário bom da luz do sol.

No dia do ensaio, às 6h já troquei mensagens com a Camila e ela informou que estava saindo para a foto, mas que o GPS não estava localizando o endereço (a DH fica na região de Alphaville e essa parte de mapeamento é um pouco falha). Como eu já estava a caminho e já tinha ido algumas vezes à sede, não me preocupei de confirmar a localização no google maps antes e, na hora, acabei enviando o resultado que apareceu. Poucos minutos depois, fui confirmar a localização que havia enviado e percebi que estava errada. Então pedi socorro para a Mariana, assessora de imprensa da DH, que confirmou que a localização que eu havia enviado estava errada e se ofereceu para ir até um ponto de fácil acesso para escoltar a Camila e o David Godoy, o maquiador do ensaio.

Passei o contato da Camila para a Mariana e essa parte se resolveu, mas paralelo a isso eu estava pegando um trânsito muito pior que o previsto, agravado por um acidente feio na Marginal Pinheiros. A meta era: sair às 6h da zona sul, buscar o Flávio Sganzerla, que produziu um vídeo durante o ensaio, na av. Paulista às 6h30 e chegar na locação às 7h

O que aconteceu: saí um pouco antes das 6h, cheguei na paulista às 6h40 e cheguei na locação às 7h40.

Quando cheguei, o David já estava finalizando o make.

Camila Vernaglia

Então, começamos a analizar a condição de luz e como iríamos posicionar o carro.

Felizmente, principalmente para a modelo que ia passar boa parte do tempo molhada, estava um dia lindo e bastante quente.

A minha ideia inicial era utilizar apenas luz natural e, no máximo, um rebatedor. Mas, depois de alguns testes, optei por usar um flash de preenchimento e creio que foi uma boa opção.

Começamos o ensaio e tudo fluiu perfeitamente. Tanto que, antes do ensaio, achei que sessão fosse durar até às 12h, mas acabou sendo bem mais rápido – mesmo eu tendo me atrasado bastante na chegada e fazendo algumas pausas pelo fato do sol estar muito forte, antes das 11h já haviamos finalizado.

Fiquei bastante satisfeito com o material, e espero que o resto dos envolvidos e quem estiver vendo também.

Vídeo realizado pelo Flávio Sganzerla:

http://www.youtube.com/watch?v=lcniAl4JG6Q

Tire as suas conclusões

Algumas pessoas que ficaram sabendo desse caso que tomei conhecimento hoje, falaram  para eu não fazer esse post, pois não adiantaria nada. Mas estou cansado desse tipo de atitude e acho que esse tipo de corja tem sim que ser exposta para quem sabe um dia no futuro a maioria das pessoas criarem um pequeno senso de moral.

No momento estou escrevendo puto da vida, então peço desculpas se algumas frases ficarem confusas ou tiver algum erro no texto, depois eu olho com calma e arrumo.

Vamos aos fatos. Resolvi editar um pouco o post, pois da primeira forma que escrevi acredito que o foco não tenha ficado na parte que realmente importa.

No final do Curitiba Motor Show (12/08/12) , realizei um ensaio durante a noite com o belo Ford 34 do Nene, proprietário da Nene Nhra, para a capa da revista Rod&Custom.

Estiveram presentes no ensaio, Alissom Schefer (representante da Hoosier no Brasil), Roberto Cardinale (editor da Rod&Custom), Nene, …

 

Colocamos o carro no começo da reta do Autódromo Internacional de Curitiba (AIC) e comecei os preparativos do ensaio, optei por realizar o ensaio fazendo Light paint, pois é uma opção que gosto bastante e utilizo há alguns anos.

O Alissom (Hoosier) se mostrou bastante interessado pelas fotos, e perguntou se seria possível fazer uma foto para a Hoosier usar em sua publicidade. Falei que sem problemas, no final do ensaio faria uma foto do carro junto com uma placa de propaganda da empresa e que acertariamos o valor depois, eu estava no meio do ensaio para revista e não queria parar para pensar em valores naquele momento. Ele falou que tudo bem e o ensaio seguiu.

No final do ensaio fizemos o combinado e ele falou que gostou da imagem e finalizamos o dia.

Depois de algum tempo ele entrou em contato comigo solicitando a imagem e o valor.

Respondi o e-mail com uma imagem apenas com um ajuste de cor e informei que o valor seria de R$ 900,00 ( praticamente ridículo para a imagem e uso da mesma). Ele respondeu o e-mail falando que tinha gostado da imagem, mas que por esse valor não seria possível a compra. Respondi que sem problemas e o assunto teria sido encerrado.

Só que hoje ao acessar a página no face da Nene Nhra, ( que aproveitando para deixar bem claro, não tem nenhuma relação com esse caso, pois o Nene apenas disponibilizou o  34 para as imagens e foi super prestativo em todos os momentos ) vi uma publicidade impressa em uma revista com uma foto que até achei que fosse minha quando vi. Comecei a me perguntar como eles teriam conseguido aquela imagem, se eu não tinha enviado o arquivo em alta, mas conferindo os meus arquivos vi que era uma imagem ridiculamente parecida com as imagens do meu ensaio, feita algum tempo depois do meu ensaio.

Já escrevi demais aqui, vou só deixar algumas imagens para que vocês tirem suas conclusões.

O anúncio publicado.

A imagem feita ao final do ensaio, sem ser finalizada e enviada por e-mail.

Uma imagem bruta do ensaio.

Ensaio Sensual – 1 diária, 4 ensaios e várias complicações.

Depois de um longo período sem postar nada, vamos ver se retomo as atividades por aqui.

Esse post é para falar um pouco sobre alguns ensaios que realizei no dia 2/10/2012 para o meu portifólio, infelizmente algumas pessoas prejudicaram o processo e acabaram gerando problemas que acabaram fazendo que esse material fosse divulgado somente agora.

Fazia um bom tempo que eu estava querendo produzir alguns ensaios de modelos com lingerie junto com carros. Mas, por diversos fatores, essa ideia acabava ficando em segundo plano e não era colocada em prática.

Aproximadamente um mês antes da realização do ensaio, após um post de uma foto de modelo com carro em um grupo de carros no face, acabou ressurgindo a idéia e o Johnny Johnston e o Vinícius Thomaz se disponibilizaram a ajudar na realização.

A idéia que surgiu no primeiro momento acabou  amadurecendo bastante até chegar no conceito que foi realizado e convidei o Flávio Sganzerla para participar, realizando os vídeos. (Que infelizmente não estão disponíveis na web, por consequência dos problemas que foram gerados).

O primeiro passo foi conseguir as modelos, graças à Paula Sarzano e à Vanessa Corsato, diversas modelos toparam a proposta e selecionamos 4.

O segundo passo foi determinar a locação e, com a ajuda do Johnny Johnston, nos foi disponibilizado esse galpão incrível.

Na sequência surgiram a Antonieta Sensual, que forneceu as lingeries, a Art Des Bijoux com os acessórios e a Garage Store que emprestou o macacão.

Depois, foi só escolher os carros, fechar com a maquiadora e marcar a data.

No dia anterior ao ensaio, fiz a última checagem com todos os envolvidos só para garantir, então começou o stress que quase levou o ensaio por água abaixo.

Durante todo o dia, não consegui entrar em contato com a maquiadora e, por não conseguir falar com ela, não podia chamar outra pessoa para substitui-la, pois, se as duas pessoas aparecessem no ensaio, seria um problema. Isso acabou atrapalhando muito o acerto dos últimos detalhes, pois perdi muito tempo com essa situação e acabei deixando de resolver outras coisas que precisava.

No dia do ensaio, a programação era começar a produção das primeiras modelos às 10h e a da última às 17h.

Às 7h da manhã recebo uma mensagem da maquiadora pedindo desculpas por não estar disponível no dia anterior, que tinha tido problemas pessoais, mas não informava se iria ou não para as fotos. Continuei de mãos amarradas.

Chegamos na locação +/- 9h e começamos a preparação. Passou das 10h e nem sinal da maquiadora. Começamos uma mobilização para tentar encontrar um profissional para salvar o ensaio.

Graças a um contato da Vanessa, fechamos com a Haidee Souza para realizar os makes, mas, por uma questão de horários, não foi possível ela realizar o make das duas primeiras modelos, Eliana e Renata, que foram muito compreensivas com a situação e fizeram o próprio make.

Com tudo isso, perdemos bastante tempo e os ensaios precisaram ser mais corridos do que eu gostaria que fossem. Mas, graças ao empenho de todos, na minha opinião, os resultados foram bastante satisfatórios.

Na sequência, uma das modelos acabou se atrasando por conta de um problema em outro trabalho e um acidente que piorou ainda mais o já complicado trânsito de São Paulo.

Apesar disso os ensaios da Camila e da Bruna, que também acabaram sendo mais corridos do que eu gostaria, correram bem e também fiquei satisfeito com os resultados.

Um pouco depois das 20h encerramos o dia.

Quis fazer esse post pois acredito que muitas pessoas tenham curiosidade sobre os processos que envolvem os ensaios e esse caso é um bom exemplo de como todos os envolvidos na produção são fundamentais, pois a falha de uma pessoa quase estragou o trabalho de outras 13 pessoas.

Finalizo agradecendo a todos que participaram dessa produção, que alem dos já citados, colaboraram com essa realização:

José Roberto, Greg, Maikola, Sueli Pena e em especial Taissa Esteves, minha esposa, que ajudou das mais diversas formas possíveis e em momentos cruciais.

Muito obrigado a todos.

 

As fotos serão postadas no meu site e durante os dias dessa semana na minha fanpage.

 

Créditos/Links:

Modelos:

Eliana Pasking

Renata Monteiro

Camila Rodrigues

Bruna Tôrres – facebook.com/BrunaTorresOficialtwitter.com/bruninha_torres

Fotografia: Bruno Guerreiro

brunoguerreiro.com.br

Facebook: facebook.com/brunoguerreiro.photo

Youtube: youtube.com/brunoguerreirofilms

Make: Haidee Souza

Vídeo: Flávio Sganzerla

flaviosganzerla.com

youtube.com/Sganzerla

facebook.com/flaviosganzerlafoto

Lingeries: Antonieta Sensual – facebook.com/pages/Antonieta-Sensual/

Acessórios: Art Des Bijoux – artdesbijoux.blogspot.com.br

Macacão: Garage Store – garagestore.com.br

Wörthersee – dia 5 (19/05) – O último dia.

No dia anterior já decidido que não iria para o evento principal e iria conhecer o posto da webcam ( +/- 2 km do hotel). Fui bastante feliz nessa escolha, pq além de mudar a locação, gravei alguns carros passando na estrada e chegando no posto tinha uma concentração boa de carros e pessoas, mas não estava muvucado como no evento, então consegui captar algumas imagens sem ninguem entrando na frente.


Acho que esqueci de comentar disso aqui, mas sem dúvida nenhuma a coisa que mais me impressionou aqui foi a quantidade de mulher dona de “carro mexido”, boa parte dos carros que filmei eram de mulher, e a boa parte não tinha nada rosa, ou personalizações típicas… tinha até algumas com rusty. Não é nada raro ver carros só com mulheres dentro, ou mulher dirigindo e homem no carona, acho que essa foi a coisa que ví de mais diferente da cena daqui em relação ao Brasil, e uma das mais legais também.
Depois de +/- 1h no posto acabei voltando para o hotel pois o movimento estava começando a diminuir e eu tinha esquecido a minha carteira.


Fiquei um tempo no hotel, pois achei que o movimento tivesse diminuido pelo fato do pessoal ter ido almoçar, e para esperar a luz melhorar.
Almocei em um restaurante na margem do lago, comi uma pizza 4 queijos, mais parecida com o padrão brasileiro.


Voltei para o posto e já estava praticamente vazio, com muito lixo nas calçadas, a maioria das pessoas já estava se preparando ou já estavam na estrada para ir embora.
Próximo ao posto vi um Corrado sendo abordado pela policia, foi a única abordagem que ví aqui e não sei o motivo, provavelmente ele deve ter causado dando borrachão ou alguma coisa do tipo, mas depois de um tempo saiu rodando normalmente.
Tinha um grupo de 4 italianos despirocados, que antes de ir embora fizeram questão de tirar uma foto com os policiais, que tiraram a foto sem problemas. Comprei um Red Bull Cola, que achei muito ruim, e fui embora.
No caminho vi um grupo de mulekes russos, com uma placa soundcheck, e ficavam pendindo para os carros que passavam acelerar. Começamos a conversar e foram muito legais. Como a Russia não é tão longe, eles estavam indo e voltando para casa todos os dias e já tinha feito isso outros anos. O mais curioso é que de todas as pessoas que conversei aqui, o inglês deles era o pior ( o mais parecido com o meu) e diversas vezes paravam para pensar nas palavras para dizer o que queriam, mas acho que foram as pessoas que mais conversei.

E assim acabam os meus relatos sobre o Wörthersee 2012. Agora vou tirar algumas semanas de férias e assim que voltar para o Brasil, no meio de junho, começo a editar o vídeo.
Vou fazer um teaser para o Youtube e a versão completa estará disponível em DVD exclusivamente na loja e no site da Garage Store ( http://www.garagestore.com.br ).

Espero que tenham gostado e que tenha servido para esclarecer um pouco das dúvidas sobre o evento. Ainda vou montar o post com os valores e as dicas/curiosidades para facilitar as coisas para quem tem vontade de vir para o evento.
Obrigado a todos, principalmente a Garage Store, todos que tornaram essa viagem possível e quem acompanhou o blog, facebook e instagram.
Então comprem comprem o DVD ( e bastante produtos na Garage) quando estiver disponível, para que eu possa voltar em 2013 e além do Wörthersee possa mostrar outros eventos da europa de forma mais próxima.

 

Wörthersee – dia 4 (18/05) – O fone de ouvido salvador

dia 4
Acordei as 8:00, felizmente mais um belo dia, me preparei e mais uma vez fui para a fila do barco, dessa vez quando já dava para avistar o ponto de parada, o barco já estava lá, apertei o passo com medo do barco partir antes de eu chegar. Consegui chegar a tempo e o barco, dessa vez um barco menor e ainda mais lento, partiu um pouco depois das 9:00 .


Como eu estava começando a ficar pilhado quando via alguem olhando pra mim e falando alguma coisa com outra pessoa ou de forma aparentemente debochada (mas por eu não ter idéia do que estavam falando não sabia se era só paranóia minha), achei a solução dos meus problemas, fone de ouvido com Wolfmother e Black Keys no máximo, realmente funcionou muito bem e o meu humor foi bem melhor durante todo o dia.
Ao chegar no evento, estava bastante cheio, mas um pouco menos que no dia anterior.
Conheci Nami, Hiroshi e um fotógrafo que não estava muito afim de conversar, 3 japoneses que trabalham para a “af imp”, uma revista japonesa de euro (a qualidade da revista é impressionante), e o Hiroshi é um Sr. que mora na alemanha e era piloto de testes da Honda e da Nissan, conhece nurb como a palma da mão.


Comecei a gravar e consegui captar bastante material rapidamente, o dono de um stand tinha me falado para ir no stand dele as 16h pois iria ter um “sexy car wash”.
Fui para o stand e tinha 3 “modelos” e um formou uma rodinha de gente em volta, mas não com muita gente, provavelmente pelo motivo de que as meninas não era lá grande coisa.
O locutor tentava arrancar alguma reação das pessoas que estavam lá, mas estava bem dificil, uma mulher que estava lá perguntou para o companheiro se não era para aquilo ser sexy, e realmente ela estava certa, o fator sensualidade passou bem longe.
Como já tinha gravado bastante, resolvi encarar a fila do barco das 16:30, o último para Velden, e na hora de embarcar um tripulante falou que o ticket que eu tinha não valia, que era de outra empresa, realmente o ticket era diferente (mas como o preço e o ponto de embarque eram os mesmos, para mim era tudo a mesma coisa), ele berrou para o capitão que estava no andar superior, falou do meu ticket, eles perguntaram para onde eu iria e o capitão mandou eu embarcar.
Cheguei no hotel bem cedo dessa vez, +/- 18h, e pela primeira vez liguei a TV, em um canal estava passando Big Bang Teory, no outro Simpsons, e em outros um programa tipo Zorra Total (aparentemente pior ainda) e algo que poderia ser uma novela ou um filme feito para a TV. Depois fui para o hall para usar a internet, um bom tempo depois desceram alguns kras e ficaram jogando baralho até 1h da matina (queria ver o que a folgada de ontem falaria), eu fiquei escrevendo os posts do blog e separando o material até as 2:00, quando subi para o meu quarto na frente da porta de um dos quartos tinha um cara durmindo.

Wörthersee – dia 3 (17/05) – Quase durmi na estação de trem

Acordei as 9:00, desisti do radio relógio do hotel e usei o meu celular tocando Tunak Tunak no talo, e felizmente o dia estava lindo.


Andei um monte até o mercado para comprar o shampoo, com o cabelo todo desgrenhado e sujo, e descobri que aqui não dão sacolinha no mercado tambem.
Depois de me aprontar, fui novamente esperar o barco, foram quase 40 minutos de espera.


Dessa vez levei o note para o evento, aproveitei o tempo no barco para escrever o rascunho do post do dia 2, apesar de ter esquecido as folhas que eu tinha escrito o post a mão na noite anterior.
Quando cheguei na sala de imprensa caiu a ficha que fiquei comprando coca a toa no primeiro dia do evento, pois lá tinha vários sucos e redbull free (pobre é uma droga mesmo).
Ao sair para a varanda, fiquei absmado com a quantidade de gente e carros, era muito superior ao dia anterior que eu já tinha achado lotado, fiquei bastante animado e mudei os planos, que eram de chegar e publicar o post do dia 2, e sai para gravar.


Toda animação acabou logo, era tanta gente, que ficou impossivel de gravar 5s se alguem entrar na frente. Resolvi desencanar um pouco dos vídeos e comecei a fotografar para não ficar sem fazer nada.


Depois de um tempo surgiram algumas “modelos” em poucos stands, as do Stand da Murauer a parte mais light era “cuspir” a bebida na boca do escolhido a mais de 1m de distancia.


No Stand da Skoda tinha um utilitário com as rodas traseiras em uma base cheia de água barrenta, e algumas pessoas iam atrás do carro, com a própria calça, só para ter a “emoção” de levar um banho de lama do utilitário.


Pretendia ir embora cedo, mas quando vi a fila do barco acabei desistindo e fiquei sabendo que teria o show do Tiesto as 18h, perto das 18h fui até a área do show e estava bem muvucado no portão que estava fechado antes da parte de acesso ao show e só tinha aquele acesso, fui pedindo licensa e passando, até mais um virgem parar na minha frente com flayers do show na mão e perguntando se eu queria, rindo, cobrando 10 euros. Falei que não precisava e pedi licensa para continuar passando, ai ele falou algo sobre eu ser italiano e mimimi, esse eu mandei a merda com todas as letras e segui até o portão onde liberaram o meu acesso e ele ficou olhando com cara de bunda.

Fui me informar de como fazia para ir para a parte dos fotógrafos e me avisaram que o show iria atrasar uma hora e meia, e que eu não poderia ficar na área dos fotógrafos pois só quem tinha pedido o credenciamento do show ficaria lá, então eu teria que fazer do meio da galera. Analizei a situação e achei que não valia a pena ficar.
Fiquei um tempo na fila do barco e fui para Krumpendorf mais uma vez, sem surpresa agora, ao chegar lá, estava rolando algo tipo uma “quermesse” com 2 palcos, um tocando rock e o outro com música suave, e diversas barracas de comida. Comi a mesma coisa que tinha comido no evento no dia anterior, só que dessa vez veio um pão junto e talher descartavel de madeira (uma das piores coisas que já usei para comer).


Segui para a caminhada até a estação, dessa vez como estava razoavelmente claro ainda (aqui está no horário de verão, mas mesmo assim escurece muito tarde +/- 8:30), reparei em algumas coisas no caminho que não tinha reparado no outro dia. Aqui sempre tem muita gente correndo a pé e de bicicleta, e no chão do caminho até a estação tinham várias frases de incentivo para quem estava correndo pixadas no chão. E a coisa mais estranha que vi até agora (tirando os xunings) uma escultura que não tinha visto nenhum dos outros dias, era tipo um mago com um porco e uma fonte. Aqui tem muitas pessoas
Cheguei na estação as 21:09, horário exato do trem, mas ele já havia passado ( ele deve ter passado muito adiantado, pois ele passou por mim no caminho quando eu estava bem longe da estação). O trem seguinte era depois das 22h, estava bastante frio eu eu estava de camiseta, então fiquei esperando dentro da parte fechada da estação (que existe justamente para isso) e 5 minutos antes do horário programado o trem passou e não parou na estação, comecei a ficar bastante preocupado, pois só tinha mais um trem, que passa após as 23h, e depois o primeiro do dia seguinte passaria só as 5h da manhã.
Para completar, estava com um puta vontade de fazer um número 2, na estação tem banheiro pago, coloquei a moeda e depois percebi que tinha um monte de papel na porta travando a porta aberta, já deu aquela impressão que não ia ser uma experiencia muito boa, felizmente estava tudo razoavelmente limpo apesar da privada estar entupida.
Na frente da estação tem um lugar escrito Dancing, não sei muito bem o que é, não tem jeito de balada pq entram algumas pessoas na faixa dos 40+, mas tambem entram alguns 25-. Aproveitei que um taxi parou lá e fui perguntar quando seria a corrida, ele cobrou 60 euros. Agradeci e já comecei a analizar onde eu ia durmir caso o último trem não parasse…


Vinte minutos antes do horário fiquei na parte de fora congelando, considerando a possibilidade de o maquista ver que tinha alguem na estação mudaria algo.
Depois de 15 minutos chegou um romeno que estava visitando uma “boa amiga” e falou que eu poderia ficar tranquilo, que a pessoa que ele estava esperando estava vindo no trem e estava tudo ok.
O trem parou no horário exato, desci na minha estação e fui congelando até o hotel. Cruzando com alguns bebados, uns caras mijando no meio da rua e uma lata de lixo jogada no meio do caminho.


Entrei no hotel e nem subi para o quarto, parei no hall e só ia usar a net no celular alguns minutos. Na parte onde fica a TV, tinha uma mulher de uns 28 anos +/-, e ela me perguntou se eu tinha um quarto, não entendi muito bem o motivo, mas falei que sim, e ela respondeu que aquela noite aquele era o quarto dela e que ela queria privacidade. Desacreditei do que estava ouvindo, mas só respondia que só precisava de um minuto e que já iria sair. Falei correndo com a minha esposa e fui pro quarto.

Ainda falta revisar o texto, mas já serve para quem está acompanhando a viagem.

Wörthersee – dia 2 – Primeiro dia de evento

Nota: estou no terceiro dia do evento, e quarto dia da viagem. Hoje cheguei mais cedo no hotel e vou aproveitar para publicar os posts atrasados. A ideia é narrar os acontecimentos conforme forem acontecendo. Depois monto um post com informações sobre opções de deslocamento, um resumo geral dos custos e dicas para quem tem vontade de vir para cá sem precisar camelar tanto como eu.

Dia 2

Quando fui dormir, estava chovendo e dava para perceber que o tempo ficaria assim durante um bom tempo. Acordei às 20h – mais tarde do que eu gostaria – e continuava chovendo (não ouvi ou não soube programar direito o relógio do hotel).
Logo desci para o café da manhã. Para os padrões daqui deve ser um café bem simples, mas, comparado aos que já tomei, estava de ótimo tamanho. Fui à recepção perguntar sobre o barco que me levaria para o evento e a dona do hotal falou que não havia nenhum barco. Mostrei para ela o que eu precisava na internet e ela me explicou como chegar no local. Ainda tive de ouvir umas gracinhas de uns suíços e engolir seco.

O ponto de embarque para o evento fica a mais ou menos 800 m do hotel em que estou e tive de esperar quase 1h sob chuva – sem guarda-chuva, claro – esperando o barco, sendo que ele demora cerca de 1h até o destino.

Ao chegar ao evento, precisei comprar o ticket de entrada, pois minha credencial ainda estava com a organização. Na sala de imprensa, todos foram muito simpáticos e prestativos, como já vinham sendo desde o princípio.

Após isso, finalmente entendi como funciona o Wöthersee. E é algo bastante simples: basicamente alguns quateirões são fechados e, para entrar nessa área com o carro, você precisa ter um papel no painel. Então, é possível ver tanto participantes do evento como locais circulando. E alem do evento principal, os participantes ficam circulando pelas cidades próximas ao evento, onde existem pontos de concentração de carros e público, como o famoso posto de gasolina, próximo a Velden, que transmite as imagens da webcam em seu site.

Mesmo no evento principal, não existe lugar marcado nem um ponto de exposição. Os carros permanecem parados em estacionamentos em hotéis, restaurantes, calçadas etc. e circulam à vontade ao longo do dia. Os únicos pontos de exposição são os estandes das montadoras e algumas áreas menores, onde há pequenos expositores e vários produtos à venda, além de várias opções de alimentação.

evento é muito bom, com vários ótimos carros das mais diversas regiões da Europa, e mesmo com o tempo chuvoso, estava bem movimentado. No entanto, diferentemente do que a maioria das pessoas pensa, os carros bem montados no Brasil não ficam devendo em nada para os daqui. E não existem apenas euro e german look, há também tuning e xuning.

Comi um “lanche tradicional” (que no momento não lembro o nome) com salsicha e molho com cury e batata frita – existem outras versões mais completas. O sanduíche sustentou bem e não senti fome o resto do dia.
Em um momento parei para organizar o equipamento e um suíço chamado Sasha começou a puxar assunto. Quando contei que era do Brasil, ele falou bem empolgado das brasileiras e passamos um bom tempo conversando.
Cruzei com um dos organizadores e ele me apresentou ao fundador do evento, que também pareceu muito simpático – mas como ele falou em alemão, não tenho certeza. Imaginei que ele deveria estar ocupado, acabei me despedindo rapidamente e depois fiquei meio grilado se havia sido mal educado ou não. Espero que não tenha sido.

No horário de voltar ao hotel, começou o estresse. Embarquei às 19h e achava que o barco voltaria para Velden. Porém, a última viagem até Velden é às 16h40. Depois disso, só vai para outras duas cidades. Como eu não sabia, acabei descendo na última parada, Krumpendorf. Na hora fiquei um pouco perdido e tentei entender os motivos, mas a tripulação não foi lá muito amigável.
A estação de trem fica a 2 km de distância e, enquanto andava, deu uma puta vontade de fazer um número 1. Já estava quase considerando a moita, eis que surge um banheiro público no meio do nada. Até fiquei com um pouco de receio de entrar, mas estava tudo superlimpo.

Próximo à estação, havia uma placa de carro com padrão brasileiro no portão de uma casa com o escrito RIO 2003. Chegando na estação não vi nenhum passageiro nem funcionário, só uma máquina de autoatendimento. Logo chegou o trem e pedi ajuda a um funcionário do trem, para saber se era aquele mesmo que eu deveria pegar. Ele disse que não estava entendendo o nome da cidade que eu iria e mandou o trem seguir. Resolvi me arriscar no autoatendimento mesmo, que tem opção de menu em inglês, e comprei o ticket.


Descobri que deveria ter embarcado no trem que pedi informação e precisei esperar mais 1h até o próximo. Quando cheguei na estação de Velden, não existia uma alma, e, no primeiro dia, havia uma fila de taxistas. Isso não foi problema, pois eu já tinha decidido que iria a pé, porque precisava comprar um xampu. Só que 21h30 tudo já estava fechado, só restavam baladas e restaurantes abertos. Um policial falou que eu poderia encontrar no posto de gasolina. Andei bastante até chegar ao posto, mas não tinha. Desisti e fui para o hotel. No caminho, vi uma fonte, tipo a do Ibirapuera, com o movimento da água de acordo com a música, além de efeitos de luz. O conjunto era bem bonito, só que a segunda música que tocou depois da minha chegada foi “Ai se eu te pego” (durante o evento, ouvi essa música tocar umas cinco vezes). Tive de filmar isso e, depois, continuei  caminhando.


Chegando no hotel, o wi-fi estava bem lento. Então, praticamente só descarreguei o material, fiz backup e procurei outra forma de ir para o evento no dia seguinte, já que não queria optar de novo pelo barco.

Infelizmente não há estação de trem próxima ao evento, não consegui encontrar informações sobre ônibus e ficaria muito caro ir de táxi sozinho. Fui dormir às 2h30.

Obrigado a todos que tem acompanhado o Blog e o Facebook. Fiquei bastante feliz com o feedback que venho recebendo e por todos os votos de sorte. Peço desculpas por não ter conseguido me dedicar mais para atualizar os acontecimentos, mas realmente estava muito complicado por aqui.

Wörthersee – dia 1 (15/05) – Ainda sem Wörthersee

São 23h57 aqui em Velden am Wörthersee (18h57 no Brasil), e cheguei ao hotel há mais ou menos 1h.

Bom, voltando ao “começo”, liguei ontem (segunda-feira, dia 14-05) para meu amigo Gustavo, vulgo “Fofinho”, e pedi uma carona até o Aeroporto de Congonhas, pois de lá pegaria um ônibus para Guarulhos.

Fofinho chegou às 10h, como o combinado, mas eu acabei me atrasando um pouco. Fomos para a Marginal Pinheiros e, ao chegar lá, a bela surpresa: trânsito totalmente parado. Foi então que o Fofinho comentou que tinha um compromisso às 11h30. Resolvemos abortar a missão e pedi socorro na Garage Store (www.garagestore.com.br), onde o Thiago se prontificou para me ajudar. Fizemos um caminho alternativo, fugimos do trânsito e consegui embarcar no ônibus das 11h30 para Cumbica.

Nada relevante aconteceu no aeroporto e o avião decolou no horário previsto (15h30) para Munique, com escala em Madri.

Escolhi a poltrona em uma das saídas de emergência para poder ter um pouco de espaço. A minha meta era dormir o máximo possível, já que é um voo bem longo. Acabei dormindo pouco, mas, por sorte passou um filme muito bom – “Big Miracle” – e a moça que estava sentada ao meu lado era uma alemã, de Berlim, simpática chamada Julia. Ela falava português melhor do que eu e estava voltando de uma visita ao namorado brasileiro.

Ao chegar em Madri, o aeroporto impressiona bastante pela beleza e organização. Na imigração, perdi apenas 2 minutos. Só precisei informar quantos dias iria ficar e se ficaria em hotel.

Depois de uma curta espera, embarquei para Munique. Dessa vez, não tive a opção de escolher a poltrona e viajei com os joelhos apoiados na poltrona da frente. Sorte que foi um voo bem mais curto. Fiquei sentado ao lado de uma tailandesa que dormiu o voo inteiro, parecendo um pêndulo, e de um marinheiro polonês, que estava voltando para casa após passar quatro meses no mar. E ele já havia morado em Santos.

Obs.: Nesse voo não é servido nada, mas há a opção de comprar diversos produtos e bebidas com preços honestos.

Chegando em Munique, o aeroporto também é muito bom e conta com uma estação de trem dentro dele. Foi aí que começou a verdadeira emoção.

O vendedor das passagens de trem foi bem simpático. Assim que falei que iria para Velden, ele disse ok, emitiu o bilhete, me deu as orientações de embarque e eu segui.

Achei meio estranho, pois no ticket não estava escrito Velden em nenhum lugar, apenas Wörgl. Pensei que seria o destino final, o nome da estação ou algo do tipo.

Era preciso fazer algumas trocas de trem até o destino, na primeira estação que desci para fazer a troca, fiquei bastante surpreso, era uma estação convencional, com várias opção boas e baratas para comer, loja outlet com preços muito baixos, casa de cambio com a propaganda toda baseada em indianos bem esteriotipados, a principio achei meio preconceituosas as imagens, mas ao entrar, o atendente era um indiano (não esteriotipado) e um banco, que fui tentar pedir informações e quando a mulher percebeu que eu estava pedindo informação sobre o metro, só conseguia dizer, aqui é um banco, metro é do outro lado….

Era preciso fazer algumas trocas de trem até o destino. Na primeira estação que desci para fazer a troca fiquei bastante surpreso. Era uma estação convencional, com várias opções boas e baratas para comer, outlet com preços muito baixos e casa de câmbio com uma propaganda toda baseada em indianos bem esteriotipados. A princípio achei as imagens meio preconceituosas, mas, ao entrar, o atendente era indiano (não esteriotipado). Fui tentar pedir informações em um banco, e quando a mulher percebeu que eu estava perguntando sobre o metrô, só conseguia dizer: “aqui é um banco, metrô é do outro lado”.

Eu estava bastante preocupado, porque pensei que estivesse atrasado. Depois percebi que estava olhando um horário errado.

Todos os trens que vi foram 100% precisos com os horários impressos nos paineis. E uma “local” até me deu uma dica de que não precisava olhar o nome da estação, era só ver o horário anotado. Quando estiver no horário X que está programado para a sua estação, basta descer do trem que você estará no local certo. Realmente é assim.

Para entrar nas estações e nos trens, não existe cancela nem nada do tipo. Mas não tente “brasileirar” e seguir para o trem sem passagem ou com uma passagem diferente do seu trajeto. Fiscais passam com relativa frequencia checando os tickets.

Quando estava chegando em Wörgl (que achava que seria Velden, pois a pronúncia é muito parecida), um policial entrou no trem e me perguntou o que eu estava fazendo. Contei que só estava passeando e indo para o Wörthersee Treffen. Ele perguntou “como assim só passeando” e disse que não sabia de qual evento eu estava falando. Foi então que alguém confirmou para ele sobre o evento e ele acabou indo embora meio contrariado.

Chegando na cidade, pedi informações a respeito do endereço do hotel e ninguém conhecia a rua. Conversando com uma senhora, caiu a ficha de que eu estava na cidade errada, “só” em torno de 250 km da verdadeira Velden.

Na hora, fiquei bem bravo comigo mesmo. Fui comprar a passagem certa, mas o trem demoraria mais ou menos 2h para chegar. Como tinha de esperar, resolvi dar uma volta na cidade. Primeiro parei em uma sorveteria e tomei um bom sorvete de frutas cítricas e tiramissu. Lembrei que não havia comprado um adaptador de tomadam comecei a perguntar sobre o produto em algumas lojas e não encontrava. Até que passei em frente de uma loja de toy art chamada Rainyday. Achei tudo muito legal logo no primeiro segundo e entrei. Martin, o dono, foi super simpático e até falava um pouco de português. Acabei comprando um toy art e dois postais criados por eles. E Martin me levou a uma loja de materiais elétricos na qual consegui comprar o adaptador.

Em seguida, parei em um pub porque achei bonito. Porém, como não bebo, entrei e pedi uma Coca. Me senti um daqueles virgens de filme americano entrando no bar e pedindo um copo de leite.

Voltei para a estação e comi um pedaço de pizza. É bem diferente da pizza brasileira, mas gostei. Peguei mais alguns trens, finalmente cheguei a Velden e peguei um táxi até o hotel.

Para ver mais fotos:

http://www.facebook.com/media/set/?set=a.311416338934770.72066.286052131471191&type=1

 

Pequeno vídeo – Subaru Impreza Stance

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 Finalmente está no ar esse pequeno vídeo que gravei com o Subaru do A.KuS, gravado em setembro de 2011 em São Paulo.
A.KuS é de Curitiba mas veio para São Paulo para participar do Encontro Nacional do Clube Subaru.
 O conheço há vários anos e já havia feito fotos do seu carro, apenas por diversão, durante viagens para Curitiba. Assim que soube de sua visita à São Paulo falei com ele para gravarmos.

A captação foi tranquila, apesar de algumas falhas da minha parte pela falta de experiência com vídeo, e na hora da edição senti falta de umas coisas que deveria ter feito durante a gravação.

Por não ser um trabalho, o vídeo acabou ficando em stand by no hd enquanto o ritmo de trabalho estava mais puxado.

A primeira coisa que fiz foi escolher a música, na maioria dos casos eu procuro sair do lugar comum na trilha sonora, então defini que não usaria Dubstep como 90% dos vídeos atuais de carro. Com as características do carro e do dono em mente, comecei a procura e acabei optando pelo estilo 8-bit ( músicas que poderiam ter sido trilha sonora de algum jogo de “nitendinho”.)

Como respeito bastante o gosto estético do A.KuS, fiz algo que nunca faço e compartilhei com ele uma amostra do primeiro “rascunho” bruto e as escolhas que estava fazendo. Ele deu as suas sugestões, o Eric Inafuku também deu algumas, mas o projeto acabou voltando pra gaveta mais uma vez.

Depois de alguns meses resolvi finalizar o projeto, mas mudei bastante coisa em relação ao primeiro rascunho, pois achei que a primeira versão estava muito estática e monótona. Alterei a música, por outra 8-bits, mas comecei a ficar em dúvida se a maioria das pessoas iria aprovar essa escolha. Mostrei o novo rascunho, e ambos concordamos que o vídeo estava mais dinâmico, mas a fotografia tinha sido bastante prejudicada. Ele apoiou o uso da música 8-bits e sugeriu que fosse usada a do primeiro rascunho.

Ao confirmar minha viagem para o Wörthersee, coloquei o meu embarque para o evento como o limite para finalizar esse vídeo. A novela enfim se encerrou ( maio de 2012 ), e o resultado é um vídeo bem curto, que acabou ficando bem diferente do que eu tinha em mente, mas que acredito que sirva como registro dessa fase do carro está com a aparência bem diferente no momento.

* Como eu não tenho a menor experiência com essa coisa blog, creio que o texto ficou massante demais, ainda mais sendo tão vago para quem não acompanhou o processo, então todo feedback é bem vindo.

As fotos feitas durante os “Midnight Photoshoot” com o Subaru.

Em 2010:

em 2007:

Primeiro post – Antes e depois

Em abril, um dos ensaios que fiz para revista Carro Hoje foi com o Subaru STI da foto abaixo. As fotos em movimento (car by car) foram realizadas na ponte estaiada de acesso  à Marginal Pinheiros, em São Paulo, e na própria marginal, em apenas uma passagem.

Entre as fotos “aproveitáveis”, uma que gostei foi a imagem abaixo, porém tinha um outro carro no enquadramento.

Geralmente eu não faria esse tipo de interferência e nem o resto do tratamento tão “pesado”, dentro dos meus padrões, mas achei que o conjunto ficaria interessante dentro dessa proposta.

Como é algo que foge bastante do meu padrão, uma parte razoável do meu material já foi publicado 100% bruto, e a maioria sofre apenas um tratamento básico (não vejo isso como algo negativo nem positivo, é apenas uma escolha que fiz dentro da minha linguagem), pensei que seria interessante para começar o blog. Percebo que várias pessoas têm curiosidade sobre o processo de uma imagem publicada e, na medida do possível, vou tentar postar esse tipo de conteúdo aqui.

Quem quiser acompanhar as novidades, pode curtir a fanpage no facebook, que sempre que tiver alguma novidade aqui, eu posto lá avisando:

http://www.facebook.com/brunoguerreiro.photo

 

1. Foto original

2. Aumento da nitidez

3. Remoção do carro indesejado

4. Suavização das sombras e remoção do reflexo no paralama dianteiro

5. Suavização das divisões das placas de concreto. Não quis removê-las totalmente, pois elas fazem parte da ponte. Apenas diminuí sua intensidade para não chamarem tanta atenção

6: Imagem escurecida, com a nitidez reduzida na parte superior e clareada na parte inferior, além da remoção de “sujeiras”

7. Aumento do contraste

8. Modificação de cores e trabalho finalizado